Há dois anos foi comemorado os 500 anos de genocídios e etnocídios dos povos nativos desta região que deram o nome de Brasil. No próximo ano, aqui no Ceará serão “comemorados” pelas elites dominantes locais os 400 anos deste crimes acima citados.
Aqui no Ceará, alguns povos nativos sobreviventes lutam por seu reconhecimento, lutam pra manter sua integridade física, pra manter o que sobrou de sua cultura. Entre eles estão os Pitaguarys. Eles tem uma reserva delimitada como terra indígena pelo Ministério da Justiça próxima ao Município de Maracanaú (região metropolitana de Fortaleza), mas, falta a demarcação que ainda não foi feita pelos órgãos competentes. A reserva Pitaguary conta com aproximadamente 1800 índios já reconhecidos pela Funai e eles reivindicam uma área de 1.735 há.
Esta área reivindicada pelos Pitaguarys é também disputada por posseiros e políticos que não aceitam o fato de existirem índios no Ceará. Há aproximadamente 118 posseiros na região em disputa. As elites locais também são contra a demarcação da reserva, pois, lá existe o principal atrativo turístico de Maracanaú (o açude Santo Antônio de Pitaguary).
Em mais de dez anos de luta os pitaguarys já conseguiram várias vitórias, porém, desde novembro do ano passado a contra ofensiva tem-se tornado bastante forte. Devido a isso tem ocorrido recentemente vários atritos naquela região.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Reich '' Escuta,Zé ninguém! ''
O homem evoluiu e fez-se acessível com o simples digitar de um teclado. Mas que evolução foi essa?! Da sociedade agrária de há pouco mais de duzentos anos até ao sofisticado homem digital de hoje, houve guerras e holocaustos, discriminação racial e religiosa, muros de Berlim e vaivém espacial, caíram tabus e ergueram-se arranha-céus, aplaudimos prêmios Nobel e Óscares e o mundo vê-se em direto. Mas será este o mundo que queríamos?! Algum de nós foi consultado ou achado?! Fomos nós quem deu aprovação para que seja assim, ou tudo não passa de um grande equívoco, que não temos coragem de desfazer?! Nem tudo está errado, mas há muito para corrigir!...
Escuta, Zé Ninguém é uma conversa dirigida ao Zé Ninguém que mora em cada um de nós. Wilhelm Reich* fulmina-nos as entranhas macroscopicamente, com um olhar honesto, verdadeiro e duro. As feridas ardem sem dó nem piedade. O pior que temos cá dentro revela-se sem subterfúgios ou máscaras. Um livro que uiva contra a peste emocional que perverteu a humanidade.
Um monólogo de leitura fácil e absorvente em que até somos tentados a identificar algumas das personagens abordadas, com algumas das pessoas com quem convivemos! Algumas passagens parecem divertidas e tão acessíveis, que qualquer um de nós poderia tê-lo escrito. Rapidamente chegamos ao final e quando o entusiasmo nos impele a falar dele, concluímos que o autor atingiu o seu objetivo. Faz-nos meditar sobre o que tem feito cada um de nós com a sua própria vida e por consequência, com a de todos os demais, sejam eles Ocidentais ou Orientais, pobres ou ricos, religiosos ou ateus, brancos ou pretos. Este livro de leitura rápida, não precisa ficar na cabeceira da cama, porque mesmo na prateleira, ele sacode a consciência presumidamente tranquila. Foi escrito para mim e talvez para si!...
*O austríaco Wilhelm Reich foi o maior revolucionário da psicologia deste século. Pioneiro da Revolução Sexual, precursor dos movimentos ecológicos e da psiquiatria biosocial, a vivência plena do amor e da sexualidade era vista por ele como fator indispensável para a satisfação emocional. Há quem se refira a Reich por seus escritos freudianos-marxistas, outros por seus textos psicanalíticos, além de seus escritos sobre o Deus e Diabo. Reich revolucionou toda a Psicologia ao provar que a neurose é produzida socialmente, instalando-se em todo o corpo e não apenas na mente das pessoas.
Fontes:
http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1534693
http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_920.html
http://rascunho.iol.pt/critica.php?id=744
Escuta, Zé Ninguém é uma conversa dirigida ao Zé Ninguém que mora em cada um de nós. Wilhelm Reich* fulmina-nos as entranhas macroscopicamente, com um olhar honesto, verdadeiro e duro. As feridas ardem sem dó nem piedade. O pior que temos cá dentro revela-se sem subterfúgios ou máscaras. Um livro que uiva contra a peste emocional que perverteu a humanidade.
Um monólogo de leitura fácil e absorvente em que até somos tentados a identificar algumas das personagens abordadas, com algumas das pessoas com quem convivemos! Algumas passagens parecem divertidas e tão acessíveis, que qualquer um de nós poderia tê-lo escrito. Rapidamente chegamos ao final e quando o entusiasmo nos impele a falar dele, concluímos que o autor atingiu o seu objetivo. Faz-nos meditar sobre o que tem feito cada um de nós com a sua própria vida e por consequência, com a de todos os demais, sejam eles Ocidentais ou Orientais, pobres ou ricos, religiosos ou ateus, brancos ou pretos. Este livro de leitura rápida, não precisa ficar na cabeceira da cama, porque mesmo na prateleira, ele sacode a consciência presumidamente tranquila. Foi escrito para mim e talvez para si!...
*O austríaco Wilhelm Reich foi o maior revolucionário da psicologia deste século. Pioneiro da Revolução Sexual, precursor dos movimentos ecológicos e da psiquiatria biosocial, a vivência plena do amor e da sexualidade era vista por ele como fator indispensável para a satisfação emocional. Há quem se refira a Reich por seus escritos freudianos-marxistas, outros por seus textos psicanalíticos, além de seus escritos sobre o Deus e Diabo. Reich revolucionou toda a Psicologia ao provar que a neurose é produzida socialmente, instalando-se em todo o corpo e não apenas na mente das pessoas.
Fontes:
http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1534693
http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_920.html
http://rascunho.iol.pt/critica.php?id=744
Xangai
Eugênio Avelino, popularmente conhecido como Xangai (Itapebi, Bahia, 20 de março de 1948) é um cantor, compositor e violeiro brasileiro. Muitas pessoas acreditam que ele nasceu na cidade de Vitória da Conquista, porém foi na zona rural da cidade de Itapebi, as margens do Rio Jequitinhonha no extremo sul da Bahia que veio ao mundo Eugênio Avelino.
Filho e neto de violeiros, ainda menino fixou-se com os seus pais na cidade de Nanuque, no norte de Minas Gerais. Xangai é descendente direto do bandeirante João Gonçalves da Costa. Seu pai era proprietario de uma sorveteria chamada Xangai, dai se originando o seu apelido e atual nome artistico. No ano de 1976, gravou o seu primeiro disco, “Acontecimento”, com destaque para as musicas Asa Branca, Forró de Surubim e Esta Mata Serenou. Apresenta na rádio Educadora da Bahia o prograna Brasileirança, onde contribui para a divulgação da cultura musical da região nodestina brasileira. É considerado como o melhor intérprete de Elomar, propiciando inclusive a facilitação do entendimento das composições deste compositor clasificado como erudito por muitos. Participou, junto ao cantor Waldick Soriano, dos últimos shows da carreira deste antigo nome da chamada música brega brasileira, sendo o derradeiro na cidade natal de Waldick, Caetité, em 26 de maio de 2007.
"Tudo Aquilo Que Flutua Feito Vaca, Com Cabeça, Rabo E Refrão"
Eu vou fazer uma oração
Pra quem não tem mais coração
Pra quem não sabe que na vida
Não se perde com razão
Pra quem pagou todas as contas
E não encontrou solução
Solução só
Solução para o soluço
Que no curso dessa vida
Incomoda tanto quanto
O tamanho da ferida
Solução pra todo susto
Custo de cada emoção
Que flutua feito vaca
Sob a força do ferrão
E some que nem fumaça
Água seca sobre o chão
Ela me fez sinal
Ela acenou com a mão
Ela me disse é mauEla me disse não
Eu vou fazer uma oração (...)
Fontes:
http://www.lastfm.com.br/music/Xangai
http://vagalume.uol.com.br/xangai/tudo-aquilo-que-flutua-feito-vaca-com-cabeca-rabo-e-refrao.html
Filho e neto de violeiros, ainda menino fixou-se com os seus pais na cidade de Nanuque, no norte de Minas Gerais. Xangai é descendente direto do bandeirante João Gonçalves da Costa. Seu pai era proprietario de uma sorveteria chamada Xangai, dai se originando o seu apelido e atual nome artistico. No ano de 1976, gravou o seu primeiro disco, “Acontecimento”, com destaque para as musicas Asa Branca, Forró de Surubim e Esta Mata Serenou. Apresenta na rádio Educadora da Bahia o prograna Brasileirança, onde contribui para a divulgação da cultura musical da região nodestina brasileira. É considerado como o melhor intérprete de Elomar, propiciando inclusive a facilitação do entendimento das composições deste compositor clasificado como erudito por muitos. Participou, junto ao cantor Waldick Soriano, dos últimos shows da carreira deste antigo nome da chamada música brega brasileira, sendo o derradeiro na cidade natal de Waldick, Caetité, em 26 de maio de 2007.
"Tudo Aquilo Que Flutua Feito Vaca, Com Cabeça, Rabo E Refrão"
Eu vou fazer uma oração
Pra quem não tem mais coração
Pra quem não sabe que na vida
Não se perde com razão
Pra quem pagou todas as contas
E não encontrou solução
Solução só
Solução para o soluço
Que no curso dessa vida
Incomoda tanto quanto
O tamanho da ferida
Solução pra todo susto
Custo de cada emoção
Que flutua feito vaca
Sob a força do ferrão
E some que nem fumaça
Água seca sobre o chão
Ela me fez sinal
Ela acenou com a mão
Ela me disse é mauEla me disse não
Eu vou fazer uma oração (...)
Fontes:
http://www.lastfm.com.br/music/Xangai
http://vagalume.uol.com.br/xangai/tudo-aquilo-que-flutua-feito-vaca-com-cabeca-rabo-e-refrao.html
Psicologia ambiental
A psicologia ambiental é o estudo do comportamento humano na relação com o meio ambiente ordenado e definido pelo homem. É um campo relativamente novo da psicologia, mas já desde 1960 que há estudos e trabalhos nesta área da psicologia. A maioria destes trabalhos teve origem no reconhecimento dos problemas ambientais, como a poluição, que começou a ter relevo nas representações colectivas.
História
O psicólogo Kurt Lewin (1890-1947) foi um dos primeiros a dar importância à relação entre o ser humano e o ambiente. O seu objectivo era determinar a influência que o meio ambiente exercia sobre as pessoas, as relações que com ele estabelecem, o modo como as pessoas agem, reagem e se organizam conforme o meio ambiente.
Segundo a psicologia ambiental,o meio ambiente pode ser definido como: todos os contextos em que se inserem os sujeitos (por exemplo: casas de habitação, escritórios, escolas, ruas, etc.) e que actuam mais sobre os comportamentos de grupo do que sobre o comportamento individual.
Este ramo da psicologia apresenta principalmente cinco princípios que se têm que ter em conta aquando de alguma intervenção ou investigação baseada neste ramo: Primeiro, ter em conta que se é capaz de modificar o meio ambiente; segundo, é necessário que se esteja presente em todos os contextos do dia-a-dia; terceiro, considerar a pessoa e o meio como uma só entidade; quarto, considerar que o indivíduo actua sobre o meio assim como o meio influencia o indivíduo; quinto, e enfim, uma investigação ou intervenção desta índole deve ser sempre levada a cabo com a colaboração de outras ciências.
História
O psicólogo Kurt Lewin (1890-1947) foi um dos primeiros a dar importância à relação entre o ser humano e o ambiente. O seu objectivo era determinar a influência que o meio ambiente exercia sobre as pessoas, as relações que com ele estabelecem, o modo como as pessoas agem, reagem e se organizam conforme o meio ambiente.
Segundo a psicologia ambiental,o meio ambiente pode ser definido como: todos os contextos em que se inserem os sujeitos (por exemplo: casas de habitação, escritórios, escolas, ruas, etc.) e que actuam mais sobre os comportamentos de grupo do que sobre o comportamento individual.
Este ramo da psicologia apresenta principalmente cinco princípios que se têm que ter em conta aquando de alguma intervenção ou investigação baseada neste ramo: Primeiro, ter em conta que se é capaz de modificar o meio ambiente; segundo, é necessário que se esteja presente em todos os contextos do dia-a-dia; terceiro, considerar a pessoa e o meio como uma só entidade; quarto, considerar que o indivíduo actua sobre o meio assim como o meio influencia o indivíduo; quinto, e enfim, uma investigação ou intervenção desta índole deve ser sempre levada a cabo com a colaboração de outras ciências.
Globalização
A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo no final do século XX e início do século XXI. É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos mercados internos já estão saturados. O processo de Globalização diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, gerando a fase da expansão capitalista, onde é possível realizar transações financeiras, expandir seu negócio até então restrito ao seu mercado de atuação para mercados distantes e emergentes, sem necessariamente um investimento alto de capital financeiro, pois a comunicação no mundo globalizado permite tal expansão, porém, obtêm-se como consequência o aumento acirrado da concorrência.
Teorias da Globalização
A globalização, por ser um fenômeno espontâneo decorrente da evolução do mercado capitalista não direcionado por uma única entidade ou pessoa, possui várias linhas teóricas que tentam explicar sua origem e seu impacto no mundo atual.
A rigor, as sociedades do mundo estão em processo de globalização desde o início da História, acelerado pela época dos Descobrimentos. Mas o processo histórico a que se denomina Globalização é bem mais recente, datando (dependendo da conceituação e da interpretação) do colapso do bloco socialista e o consequente fim da Guerra Fria (entre 1989 e 1991), do refluxo capitalista com a estagnação econômica da URSS (a partir de 1975) ou ainda do próprio fim da Segunda Guerra Mundial.
No geral a globalização é vista por alguns cientistas políticos como o movimento sob o qual se constrói o processo de ampliação da hegemonia econômica, política e cultural ocidental sobre as demais nações. Ou ainda que a globalização é a reinvenção do processo expansionista americano no período pós guerra-fria (esta reinvenção tardaria quase 10 anos para ganhar forma) com a imposição (forçosa ou não) dos modelos políticos (democracia), ideológico (liberalismo, hedonismo e individualismo) e econômico (abertura de mercados e livre competição).
Vale ressaltar que este projeto não é uma criação exclusiva do estado norte-americano e que tampouco atende exclusivamente aos interesses deste mas também é um projeto das empresas, em especial das grandes empresas transnacionais, e governos do mundo inteiro. Neste ponta surge a inter-relação entre a Globalização e o Consenso de Washington.
Teorias da Globalização
A globalização, por ser um fenômeno espontâneo decorrente da evolução do mercado capitalista não direcionado por uma única entidade ou pessoa, possui várias linhas teóricas que tentam explicar sua origem e seu impacto no mundo atual.
A rigor, as sociedades do mundo estão em processo de globalização desde o início da História, acelerado pela época dos Descobrimentos. Mas o processo histórico a que se denomina Globalização é bem mais recente, datando (dependendo da conceituação e da interpretação) do colapso do bloco socialista e o consequente fim da Guerra Fria (entre 1989 e 1991), do refluxo capitalista com a estagnação econômica da URSS (a partir de 1975) ou ainda do próprio fim da Segunda Guerra Mundial.
No geral a globalização é vista por alguns cientistas políticos como o movimento sob o qual se constrói o processo de ampliação da hegemonia econômica, política e cultural ocidental sobre as demais nações. Ou ainda que a globalização é a reinvenção do processo expansionista americano no período pós guerra-fria (esta reinvenção tardaria quase 10 anos para ganhar forma) com a imposição (forçosa ou não) dos modelos políticos (democracia), ideológico (liberalismo, hedonismo e individualismo) e econômico (abertura de mercados e livre competição).
Vale ressaltar que este projeto não é uma criação exclusiva do estado norte-americano e que tampouco atende exclusivamente aos interesses deste mas também é um projeto das empresas, em especial das grandes empresas transnacionais, e governos do mundo inteiro. Neste ponta surge a inter-relação entre a Globalização e o Consenso de Washington.
Iluminismo
Iluminismo, Esclarecimento ou Ilustração (em alemão Aufklärung, em inglês Enlightenment, em italiano Illuminismo, em francês Siècle des Lumières e em espanhol Ilustración) são termos que designam um dos mais importantes e prolíficos períodos da história intelectual e cultural ocidental.
Definição
Ainda que importantes autores contemporâneos venham ressaltando as origens do Iluminismo no século XVII tardio,[1] não há consenso abrangente quanto à datação do início da era do Iluminismo. Boa parte dos acadêmicos simplesmente utilizam o início do século XVIII como marco de referência, aproveitando a já consolidada denominação Século das Luzes . [2] O término do período é, por sua vez, habitualmente assinalado em coincidência com o início das Guerras Napoleônicas (1804-15).[3]
Iluminismo é um conceito que sintetiza diversas tradições filosóficas, sociais, políticas,correntes intelectuais e atitudes religiosas. Pode-se falar mesmo em diversos micro-iluminismos, diferenciando especificidades temporais, regionais e de matiz religioso, como nos casos de Iluminismo tardio, Iluminismo escocês e Iluminismo católico.
O uso do termo Iluminismo na forma singular justifica-se, contudo, dadas certas tendências gerais comuns a todos os iluminismos, nomeadamente, a ênfase nas idéias de progresso e perfectibilidade humana, assim como a defesa do conhecimento racional como meio para a superação de preconceitos e ideologias tradicionais.
O Iluminismo é, para sintetizar, uma atitude geral de pensamento e de ação. Os iluministas admitiam que os seres humanos estão em condição de tornar este mundo um mundo melhor - mediante introspecção, livre exercício das capacidades humanas e do engajamento político-social.[4] Immanuel Kant, um dos mais conhecidos expoentes do pensamento iluminista, num texto escrito precisamente como resposta à questão O que é o Iluminismo?, descreveu de maneira lapidar a mencionada atitude:
"O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem para fazer uso da tua própria razão! - esse é o lema do Iluminismo".
Definição
Ainda que importantes autores contemporâneos venham ressaltando as origens do Iluminismo no século XVII tardio,[1] não há consenso abrangente quanto à datação do início da era do Iluminismo. Boa parte dos acadêmicos simplesmente utilizam o início do século XVIII como marco de referência, aproveitando a já consolidada denominação Século das Luzes . [2] O término do período é, por sua vez, habitualmente assinalado em coincidência com o início das Guerras Napoleônicas (1804-15).[3]
Iluminismo é um conceito que sintetiza diversas tradições filosóficas, sociais, políticas,correntes intelectuais e atitudes religiosas. Pode-se falar mesmo em diversos micro-iluminismos, diferenciando especificidades temporais, regionais e de matiz religioso, como nos casos de Iluminismo tardio, Iluminismo escocês e Iluminismo católico.
O uso do termo Iluminismo na forma singular justifica-se, contudo, dadas certas tendências gerais comuns a todos os iluminismos, nomeadamente, a ênfase nas idéias de progresso e perfectibilidade humana, assim como a defesa do conhecimento racional como meio para a superação de preconceitos e ideologias tradicionais.
O Iluminismo é, para sintetizar, uma atitude geral de pensamento e de ação. Os iluministas admitiam que os seres humanos estão em condição de tornar este mundo um mundo melhor - mediante introspecção, livre exercício das capacidades humanas e do engajamento político-social.[4] Immanuel Kant, um dos mais conhecidos expoentes do pensamento iluminista, num texto escrito precisamente como resposta à questão O que é o Iluminismo?, descreveu de maneira lapidar a mencionada atitude:
"O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem para fazer uso da tua própria razão! - esse é o lema do Iluminismo".
Física Quântica
A mecânica quântica é a teoria física que obtém sucesso no estudo dos sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos. A Mecânica Quântica é um ramo fundamental da física com vasta aplicação. A teoria quântica fornece descrições precisas para muitos fenômenos previamente inexplicados tais como a radiação de corpo negro e as órbitas estáveis do elétron. Apesar de na maioria dos casos a Mecânica Quântica ser relevante para descrever sistemas microsópicos, os seus efeitos específicos não são somente perceptíveis em tal escala. Por exemplo, a explicação de fenômenos macroscópicos como a super fluidez e a supercondutividade só é possível se considerarmos que o comportamento microscópico da matéria é quântico. A quantidade característica da teoria, que determina quando ela é necessária para a descrição de um fenômeno, é a chamada constante de Planck, que tem dimensão de momento angular ou, equivalentemente, de ação.
A mecânica quântica recebe esse nome por prever um fenômeno bastante conhecido dos físicos: a quantização. No caso dos estados ligados (por exemplo, um elétron orbitando em torno de um núcleo positivo) a Mecânica Quântica prevê que a energia (do elétron) deve ser quantizada. Este fenômeno é completamente alheio ao que prevê a teoria clássica.
A mecânica quântica recebe esse nome por prever um fenômeno bastante conhecido dos físicos: a quantização. No caso dos estados ligados (por exemplo, um elétron orbitando em torno de um núcleo positivo) a Mecânica Quântica prevê que a energia (do elétron) deve ser quantizada. Este fenômeno é completamente alheio ao que prevê a teoria clássica.
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